segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Uma manhã de chuva ...

E a manhã é de chuva.
Chuva que molha, chuva que lava, chuva que corre.
Parece até que ela advinha meu estado de espírito.
Sim, há o que ser limpo, molhado, lavado, levado.

E me deixo envolver pelo delicioso barulho.
O som da água batendo nos telhados, na terra.
O som do vento levando-a contra a parede.
Sim, ela desaba e me deixa serena.

A chuva tem o poder de acalmar.
Ela tem a capacidade de me envolver e harmonizar por inteira.
Me permito mergulhar no seu som. Me deixo ouvi-la.

E ela fala de choro e partida.
E ela fala de alívio e alegria.
E ela fala de recomeçar um dia. 

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