quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Que a dor nos transforme em flor nesse 13 de agosto


13 de agosto.
Um dia como outro qualquer. Não. 

Para muitas pessoas ele representa uma data que poderia não existir no calendário do mês. Poderíamos pular do 12 para o 14 e deixar a vida seguir. Mas o calendário é impiedoso!!
Ele nos força a viver o dia 13.

Ok. Vamos a ele.

O 13 de agosto tem gosto de quebra.
Quebra de projetos, de sonhos, de esperanças. 
Quebra de um equipamento, quebra de telhados, queda de um avião.
Quebra de ciclos de vida.

O 13 de agosto também tem gosto de saudades. 
Saudades de pais, filhos, maridos, amigos, companheiros, brothers.
Saudades de esposas, mães, companheiras, filhas, irmãs, família.
Saudades de quem não estará mais fisicamente aqui e que alcança dois lados da mesma vida.

É, 13 de agosto tem gosto de quero mais.
De quem queria viver mais,
fazer mais coisas,
conviver mais.

Mas, para esse dia só restou para muitas pessoas lembranças.
Fotografias.
Vídeos.
Anéis.

Mas, apesar do 13 de agosto ser nesse momento tão ingrato, ele também pode ser o dia do RE:
REcomeço
REnascer
REdirecionar
REfazer
REviver
REaprender
REinventar.

Sim, porque a vida segue e outros 13 de agostos virão.
E eles serão cada vez menos sofridos. 
E se tornarão cada vez mais lembranças. Boas lembranças.

Lembranças de amores.
Lembranças de carinho.
Lembranças de grandes amizades.

E é assim que, passada a dor, 
deve ser a lembrança de quem não mais, fisicamente, está entre nós.
Amorosa, carinhosa, saudosa sim, mas sem sofrimento.

A dor é ferramenta de crescimento.
E que nesse momento a dor da saudade de Eduardo, Percol, Severo e Marcelo 
sirva para fazer com que todos à sua volta cresçam.
Cresçam e floresçam.
E se tornem flor. 

*Desenho de Christian Schloe Digital.

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